Nascar: Qualifying e Chase

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A NASCAR decidiu mudar praticamente tudo para a temporada 2014 da sua categoria máxima, a Sprint Cup. Mudou o sistema de décadas de como os carros e pilotos se classificam para as provas e mudou também a formação e a decisão do Chase.

Abaixo você terá um apanhado geral dessas novidades, válidas já para a temporada 2014 da categoria. Lembrando que o método novo de classificação vale também para a Nationwide Series e a Truck Series.

 

» Nova Classificação:

A partir de agora e para todas as etapas, exceto a Daytona 500 e a Eldora (apenas na Truck Series) as classificações ocorrerão de um dos seguintes modos.

O formato tem leve variação, dependendo do tamanho da pista. Para aquelas com extensão igual ou superior à 1,25 milhas (2,011 km) os carros serão divididos em 3 sessões de qualifying. No Q1 todos os carros vão para a pista simultaneamente e terão 25 minutos para tentar suas melhores voltas. Os 24 mais rápidos vão para o Q2, que durará 10 minutos. Os 12 mais rápidos vão para o Q3 onde se completará a definição do grid, com duração de 5 minutos.

Uma particularidade que se manterá presente na nova classificação: a regra dos 35 carros mais bem classificados no campeonato de donos de carros se mantém, além de uma vaga garantida para o melhor ex-campeão da categoria. Ou seja, no Q1, o posicionamento final de pista pode não ser a posição de largada entre os últimos colocados.

para as pistas curtas (com extensão inferior à 1,25 milhas – isto é: Bristol, Dover, Iowa, Martinsville, New Hampshire, Phoenix e Richmond) haverá apenas duas sessões de qualifying. No Q1 sempre todos os carros participam, mas a sessão terá a duração de 30 minutos. Para o Q2 vão apenas os 12 carros mais rápidos que disputarão as melhores posições do grid durante 10 minutos.

Para os superspeedways (no momento apenas Daytona e Talladega) foram feitas alterações para 2015, e agora são feitas em duas sessões mas com cada carro indo separadamente para a pista – na verdade vão dois, mas intercalados, portanto dividindo espaços diferentes na pista, para evitar que um interfira no traçado do outro. No Q1 todos os carros participam, enquanto no Q2 apenas vão os 12 carros mais rápidos que disputarão as melhores posições do grid.

Acidentes ou problemas na pista causarão a bandeira vermelha, que interromperá a contagem do tempo, que recomeçará quando for dada bandeira verde novamente. Mas se a interrupção for por chuva as posições de largadas serão definidas pela última volta de classificação do carro, o que também define o desempate em caso de tempos iguais durante as sessões.

para os circuitos mistos, que atualmente são apenas dois: Sonoma e Watkins Glen (a Xfinity Series usa também um terceiro circuito misto, o de Mid-Ohio), foram feitas alterações para 2015, e agora são feitas em duas sessões. No Q1 vão todos os carros para a pista – numa sessão que dura 25 minutos – e passam para o Q2 os 12 carros mais rápidos que disputarão as melhores posições do grid durante 10 minutos.

» Veja um resumo da nova classificação da Nascar:

1. Pistas Curtas
Q1 de 30 minutos com todos os carros na pista
Q2 de 15 minutos com apenas os 12 mais rápidos da Q1

2. Pistas Médias e Longas
Q1 de 25 minutos com todos os carros na pista
Q2 de 10 minutos com os 24 mais rápidos da Q1
Q3 de 5 minutos com os 12 mais rápidos da Q2

3. Super Speedways
Q1 com todos os carros na pista, dois a dois (intercalados ao longo da pista)
Q2 com os 12 mais rápidos da Q1, dois a dois (intercalados ao longo da pista)

4. Circuitos Mistos
Q1 de 25 minutos com todos os carros na pista
Q2 de 10 minutos com os 24 mais rápidos da Q1

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» Novo Chase:

Aqui as mudanças foram muitas e bastante significativas.

Para começar o novo Chase começará com um aumento para 16, na quantidade de pilotos que começarão a disputa final da Sprint Cup. E os elegíveis começam pelos vencedores de pelo menos uma das provas da fase inicial (as primeiras 26 etapas), desde que esteja classificado na pontuação até o 30º colocado.

Se houver mais de 16 pilotos vencedores, o desempate será pelo número de vitórias; permanecendo empate a decisão será pela pontuação no campeonato de pilotos.

No caso improvável de que o líder no campeonato, após a 26ª etapa, não tenha vencido nenhuma prova no ano, então ele ficará com a 16ª e última colocação para a disputa do Chase.

Caso houver menos de 16 vencedores – o que as estatísticas mostram ser o mais esperado nas temporadas da Sprint Cup – a classificação da temporada regular valerá para definir as vagas restantes nestas posições.

A chegada a esta fase garante que os pilotos alcancem uma pontuação de 2000 pontos mais 3 pontos por vitória (mesmo valor das últimas temporadas) e não sejam mais alcançados pelos demais concorrentes.

Além disso os eleitos terão que ter participado de todas as 26 etapas – embora a comissão da Nascar possa relevar se for o caso de força maior, tipo acidente ou doença do piloto.

Para as dez etapas finais, o novo Chase será dividido em três rodadas – cada uma delas composta por três provas em fins de semana consecutivos. Ao final de cada rodada tripla haverá o descarte dos quatro piores pilotos do Chase, excetuados os pilotos que vencerem alguma dessas provas.

Quem passar para a segunda rodada (que a Nascar denominará de Contender Round) passará a contar com 3000 pontos (e agora sem adicionar nenhum bônus por vitória). Assim quem vencer uma das três provas da primeira rodada do Chase (a Challenger Round), já garante a subida à segunda rodada, independentemente de seus resultados nas outras duas provas.

Quem passar para a terceira rodada (a Eliminator Round) passará a contar com 4000 pontos. Novamente quem vencer uma prova, já garante a passagem para a etapa final.

A “Finish-to-the-Finish Championship Finale” é a décima e última do Chase. Nessa última prova da temporada, apenas quatro pilotos sobraram no Chase – cada um passando para 5000 pontos -, e a definição do título será entre quem chegar mais a frente, em sua classificação.

Importante ressaltar que não valem mais os pontos, nem os bônus, anteriores. Simplesmente o campeão será aquele – dos quatro ainda na disputa – que chegar mais à frente ao final da prova. Isto é, quem tiver mais pontos após a prova final, onde os quatro começam com os 5.000 pontos já citados.

Para os pilotos que vão sendo eliminados conforme as regras das rodadas, os pontos são resetados para 2000 ao final da conclusão da respectiva bateria que deixou o competidor de fora do restante do campeonato. Eles continuam a pontuar normalmente nas corridas restantes, mas sem novos ajustes. Assim, a pior posição que um piloto que saia da disputa pelo título logo no Challenger, por exemplo, pode terminar no campeonato, é a de 16º colocado.

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