Stock Car: pilotos falam da corrida em Sta. Cruz

Depois da prova inicial dos play-offs da Stock Car em 2011, disputada em Santa Cruz do Sul, que teve a vitória sem pontos de Alceu Feldmann, alguns pilotos comentaram sobre o que sentiram na prova deste último domingo:

» Felipe Maluhy:

“Simplesmente o motor perdeu rendimento e tornou-se impossível resistir aos ataques dos adversários. Uma pena, pois nas curvas eu conseguia descontar a vantagem que eles conseguiam nas retas. Acabei fazendo uma corrida muito tranqüila, pois a partir de determinado momento passei a correr sozinho na pista. O lado positivo desta prova é que conseguimos melhorar a posição do time na classificação por equipes.”

» Ricardo Zonta:

“Foi uma estratégia que a equipe tinha programado, pois a posição de largada não era satisfatória. Por isso, optamos em largar dos boxes e fazer uma parada pensando no safety car. A estratégia deu certo até 10 minutos antes de acabar a corrida, quando tivemos um problema que vamos investigar, pois sobrou combustível suficiente dentro do carro. Fizemos uma drenagem e todo o combustível saiu do tanque. Não sabemos os motivos que fizeram o etanol não ser puxado do tanque durante a corrida. Foi uma estratégia bem diferente do normal e foi arriscado mesmo. Lideramos uma boa parte da corrida, mas era ousada e sabíamos disso”.

» Julio Campos:

“Fizemos uma parada mais para a frente, colocamos todo o combustível necessário e, com isso, conseguimos chegar na área de pontuação. Larguei no meio do pelotão e não dava para arriscar com os dois carros, então fizemos duas situações diferentes da corrida”.

» Sérgio Jimenez:

“Choveu antes de começar a prova, então, ficamos na dúvida sobre qual pneu usar. Saímos de pneus para pista seca, porque já havia formado um trilho, apesar do resto da pista estar úmido. Eu larguei lá atrás, e logo depois da largada, o safety car entrou. Depois disso, entrei para os boxes para tentar uma estratégia mais arriscada”.

“Consegui conquistar posições e cheguei a estar entre os dez melhores, mas, no fim da prova, a gasolina acabou. Isso também aconteceu com vários outros pilotos, inclusive com o Alceu Feldmann (que venceu a corrida), já que ele não conseguiu nem completar a volta após a bandeirada final. Não foi uma corrida excelente, mas também não foi de todo ruim, era o que dava para fazer”.

“Apesar de já ter corrido nessa equipe, tudo está diferente: a categoria, o carro, os pneus… Claro que poderíamos ter ido melhor, mas faltou tempo para me adaptar mais a tudo isso. Fiquei a apenas dois décimos e meio do meio companheiro (Ricardo Sperafico), que foi pole na última etapa da Bahia. Além disso, a categoria realmente está muito competitiva. Pesando tudo, acho que foi um fim de semana produtivo, apesar do resultado não ser aquele pelo qual lutamos durante estes dias”.

» Rodrigo Sperafico:

“Um problema no câmbio impediu que fizéssemos uma prova melhor. Meu desafio foi manter o carro na pista, que é muito técnica e exige muito do piloto. Não fosse isso, acredito que poderíamos alcançar o top 10. Vamos focar agora em Londrina, que é uma pista que eu gosto bastante. Acredito que teremos mais sorte por lá”.

» Átila Abreu:

“Quando perdi o meu capô após um toque, isto acabou estragando o sistema de refrigeração do motor e freios. Fui obrigado a abandonar para salvar o meu carro. Agora vamos para as três últimas corridas com o dever de tentar o pódio em todas elas para alcançar o título”

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